Por Equipe JK
Michael alcançou um novo marco nas bilheterias mundiais. Segundo a Lionsgate, o longa deve encerrar seu terceiro fim de semana em cartaz com US$ 570 milhões arrecadados globalmente.
Desse total, US$ 238,9 milhões vieram dos Estados Unidos e US$ 331,1 milhões do mercado internacional.
Com o resultado, Michael se tornou a segunda cinebiografia musical da história a ultrapassar US$ 500 milhões mundialmente, atrás apenas de Bohemian Rhapsody.
O filme também bateu o recorde de maior bilheteria doméstica da história entre cinebiografias musicais nos Estados Unidos, superando os US$ 216,7 milhões arrecadados por Bohemian Rhapsody no país.
Apesar disso, o longa sobre a banda Queen ainda segue como a maior cinebiografia musical de todos os tempos no mercado mundial, com US$ 903,6 milhões arrecadados.
No entanto, Michael ainda não estreou em alguns mercados importantes, incluindo Coreia do Sul e Japão, o que pode aumentar ainda mais sua bilheteria internacional nas próximas semanas.
Com tamanho sucesso, a sequência do filme já está em desenvolvimento.
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Tudo sobre Michael
A sinopse oficial do filme diz: “Michael levará ao público um retrato fascinante e honesto do homem brilhante, porém complicado, que se tornou o Rei do Pop. O filme apresenta seus triunfos e tragédias em uma escala épica e cinematográfica – desde seu lado humano e suas lutas pessoais até seu inegável gênio criativo, exemplificado por suas performances mais icônicas. Como nunca antes, o público terá uma visão interna de um dos artistas mais influentes e pioneiros que o mundo já conheceu.”
Jaafar Jackson é sobrinho de Michael Jackson e vive o cantor no filme; Juliano Krue Valdi faz a versão de 9 anos de Jackson; Colman Domingo interpreta Joe Jackson, o pai de Michael; Nia Long vive Katherine Jackson, a matriarca da família Jackson; e Miles Teller é John Branca, o primeiro advogado de Jackson e que cuidou da carreira do Rei do Pop.
O estúdio precisou dividir o longa em duas partes, devido ao corte original ter mais de três horas e meia de duração e a questões legais envolvendo um dos acusadores de Jackson. Um acordo judicial com o espólio do cantor impedia que essa parte da história fosse dramatizada, forçando ajustes na estrutura narrativa do projeto.
John Logan, roteirista de Gladiador e O Aviador, escreveu o roteiro. Antoine Fuqua (Dia de Treinamento, O Protetor) assume a direção.
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