Por Equipe JK

A quantidade exagerada de turistas em determinadas localidades faz com que passeios se transformem em completos transtornos

Para muita gente, fazer uma viagem, principalmente internacional, é um momento muito especial. Afinal, não é algo simples de planejar e envolve tempo e recursos limitados. Sendo assim, espera-se que a viagem seja um período de descobertas, prazer e diversão, ainda que aconteçam imprevistos e alguns perrengues.

Contudo, o fenômeno do overturism tem feito com que esses perrengues tomem conta de viagens a certos destinos. Esse termo inglês se refere ao excesso de turistas no local, causando impactos negativos, como superlotação dos lugares, destruição ambiental, aumento de preços e conflito com moradores da região.

A partir da maior incidência em determinados países, a produtora de guias de viagem Fodor’s elaborou uma lista de “onde não visitar” em 2026 – ou, pelo menos evitar. Confira quais destinos entraram na lista:

Isola Sacra, na Italia
Isola Sacra, na Italia

  • Antártica
  • Ilhas Canárias (Espanha)
  • Parque Nacional Glacier (Estados Unidos)
  • Isola Sacra (Itália)
  • Região de Jungfrau (Suíça)
  • Cidade do México (México)
  • Mombaça (Quênia)
  • Bairro de Montmartre (França)

Na maioria desses locais, os principais problemas têm sido os conflitos com os moradores – que não aguentam mais visitantes – e o consequente aumento de preços (maior demanda, menor oferta).

* Com base em informações da Forbes Brasil

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