Por Equipe JK

A segunda temporada de Citadel chegou ao catálogo da plataforma com sete episódios e retomou a disputa entre a agência de espionagem e a organização Manticore.

Criada , a série acompanha Nadia Sinh e Mason Kane enquanto tentam impedir uma operação ligada a satélites militares e à influência de governos internacionais.

A partir disso, o último episódio reorganiza praticamente toda a dinâmica da produção e esclarece acontecimentos que vinham sendo construídos desde os primeiros capítulos.

A segunda temporada de Citadel

Durante boa parte da temporada, Bernard (Stanley Tucci) aparece como alguém disposto a conter os avanços da Manticore, mas o desfecho revela que ele também conduzia um plano próprio nos bastidores. O personagem manipula os acontecimentos para eliminar o presidente russo Aronov e negociar influência política com o novo governo que assumiria depois da crise.

Essa descoberta muda completamente a percepção de Nadia (Priyanka Chopra Jonas), que entende ter sido usada ao longo da missão enquanto acreditava estar impedindo uma catástrofe internacional. Ao mesmo tempo, o roteiro conecta essa estratégia à morte de Mason Kane (Richard Madden) que acaba sendo vítima de uma operação manipulada .

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O papel de Abby na reta final

Os episódios anteriores já indicavam que Abby (Ashleigh Cummings) carregava algo fora do normal, mas a série só explica totalmente a situação no penúltimo capítulo. A personagem mata Mason depois de uma conversa emocional e também ataca Nadia, que fica gravemente ferida durante o confronto.

Mais tarde, a trama revela que Abby estava sendo controlada por um chip implantado . Nadia descobre que Bernard sabia da existência desse dispositivo e, ainda assim, permitiu que Abby participasse da operação, aceitando o risco em nome do objetivo maior.

A temporada usa esse momento para discutir o funcionamento interno da própria Citadel, especialmente a ideia de que certas perdas podem ser consideradas aceitáveis em missões de grande escala.

Em paralelo, Joana conduz um plano ligado ao controle de satélites russos e à possibilidade de criar um sistema global de vigilância e domínio militar. A intenção da personagem era usar o encontro diplomático do G8 para executar uma série de ações simultâneas e consolidar poder internacional em poucas horas.

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O que acontece no final da temporada

A reta final coloca Nadia e Mason em uma operação de infiltração para impedir o assassinato e evitar que o sistema de satélites seja ativado. A missão acaba dividida entre diferentes objetivos, já que o grupo tenta salvar vidas, neutralizar Joana e ainda lidar com as consequências das ações de Bernard.

Quando percebe a dimensão do risco, Bernard toma uma decisão diferente daquela que vinha conduzindo ao longo da temporada. Em vez de utilizar os satélites para benefício político ou estratégico, ele destrói toda a estrutura, afirmando que ninguém deveria controlar um nível tão grande de poder tecnológico.

A explosão encerra a ameaça imediata, mas não elimina completamente a presença da Manticore. O último episódio deixa claro que partes da organização continuam operando e que o sistema criado , especialmente porque outras figuras interessadas nesse tipo de tecnologia continuam ativas.

O encerramento também sugere um novo caminho para Nadia depois dos acontecimentos envolvendo Mason, Abby e Bernard. A personagem se afasta da operação principal e encontra Aparna nos minutos finais, indicando que novas ameaças ainda existem dentro daquele universo de espionagem.

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